Método Alinhar® · Torresgraf
Coaching — Comercial
De prospetar sozinho a construir uma carteira própria, com autonomia.
O seu percurso
Foco
Construir pipeline, identificar oportunidades, sair para o terreno com método.
Resultado pretendido
Fluxo constante de oportunidades novas.
Foco
Gerir e desenvolver os clientes da tua zona — sul/centro.
Resultado pretendido
Carteira própria, estável e em crescimento.
Foco
Propostas, negociação e follow-up até à venda.
Resultado pretendido
Taxa de conversão consistente.
Foco
Decidir e agir no terreno, sem depender da Patrícia em cada passo.
Resultado pretendido
Comercial autónomo, com resultados próprios.
Como isto se sustenta
Coaching mensal (2 sessões/mês), com este workbook interativo como ferramenta de acompanhamento — já reúne o percurso, os marcos e a avaliação periódica.
Metas comerciais
Indicadores de vendas geridos pela equipa comercial — não são vencimento.
Autocuidado
Cada prática liga-se a um pilar ALINHAR® — não são um extra solto, são parte do método.
Vídeo em preparação.
Não é para relaxar. É para regressares ao presente antes de começares a olhar para o que está a bloquear-te.
4-7-8: inspiras pelo nariz a contar até 4, seguras o ar a contar até 7, expiras pela boca a contar até 8. Repetes 3 a 4 vezes — 60 a 90 segundos, não mais. Se preferires a diafragmática: uma mão no peito, outra na barriga; inspiras devagar e sentes a barriga a subir, não o peito; expiras ainda mais devagar. Fazes isto durante 3 minutos, em silêncio ou com alguém a contar o tempo por ti.
Não precisas de fechar os olhos se isso te deixar desconfortável em contexto de trabalho. O que importa é a contagem, não o cenário.
Pegas em papel ou no telemóvel e escreves, sem parar, durante 5 minutos, a responder a uma destas perguntas: "O que está a pesar-me hoje?" ou "Onde senti mais atrito esta semana?"
Não paras para corrigir, não reles enquanto escreves. Escreves primeiro, pensas depois. No fim, lês uma vez e sublinhas a frase que mais te surpreendeu — é normalmente aí que está o que precisas de trazer à sessão.
No fim de cada sessão, escreves, em papel ou num documento que voltas a abrir na próxima vez, a resposta a uma pergunta: "Qual é o compromisso que levo desta sessão?"
Uma frase. Não um parágrafo. O quê, e até quando. Não fica na cabeça — fica escrito, porque o que fica só na cabeça, esquece-se ou negoceia-se contigo mesmo.
Sentas-te ou ficas de pé, com os pés bem assentes no chão. Fechas os olhos, se estiveres confortável, e percorres o corpo mentalmente, da cabeça aos pés: testa, maxilar, ombros, peito, mãos, barriga, pernas, pés. Em cada zona, perguntas-te: "isto está tenso?" Não precisas de resolver a tensão — só de a notares.
Fazes isto antes de entrares numa conversa que sabes que vai ser difícil. Não é para relaxar completamente — é para não levares a tensão do corpo para dentro das palavras que vais escolher.
Fechas os olhos, respiras fundo três vezes, e imaginas a tua equipa daqui a 3 meses — já a trabalhar alinhada, já sem o atrito que existe hoje. Não é uma fantasia vaga. Perguntas-te: como estão a comunicar? O que já não acontece que acontece hoje? Que problema já não existe?
No fim, escreves uma frase com o que viste. Essa frase é o que te vai puxar quando o caminho ficar difícil.
Uma vez por semana, sempre no mesmo dia, respondes por escrito a três perguntas: "Onde liderei bem esta semana? Onde reagi em vez de conduzir? O que ajusto?"
Não é para arquivar e esquecer. É para trazeres à sessão seguinte — é isso que mantém a mudança viva fora da sala.
Nenhum destes rituais é terapia, e nenhum precisa de mais do que 5 minutos. São ferramentas de regulação, não de fuga. Usa o que fizer sentido para ti primeiro — só depois passa para quem lideras.
Registo
Ainda sem sessões registadas — a primeira aparece aqui a seguir ao primeiro encontro.
O que fica combinado
As tarefas de cada mês aparecem aqui depois de cada sessão — o que fica combinado até à seguinte.
Ao fim do percurso
Espaço reservado para o Gonçalo partilhar, quando quiser, o que este percurso lhe trouxe.